A principal recomendação do Inep a quem vai fazer a prova é explorar mais o repertório autoral na produção do texto.
Utilizado para referência pronta, memorizada e genérica, o repertório de bolso é apontado em “A Redação do Enem 2025 – Cartilha do(a) Participante” como um recurso a ser usado com cautela. Também chamadas de ‘coringa’, essas citações são apontadas como uma prática que descredibiliza o texto e não demonstra domínio de conteúdo. A recomendação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a quem vai fazer a prova no próximo mês é explorar mais o repertório produtivo e autoral no texto.
De forma genérica, o repertório de bolso pouco aprofunda um assunto e corre o risco de não ter uma conexão genuína com o tema proposto. A estratégia vai de encontro à redação do Enem, cuja proposta é permitir ao participante demonstrar conhecer o mundo, entender a sociedade e saber relacionar fatos culturais, históricos e científicos com o tema.
Um dos aspectos avaliados é a capacidade de o participante relacionar o conhecimento adquirido ao problema discutido pelo tema proposto. Já o repertório de bolso acaba aparecendo na redação com caráter decorativo ou leva o participante a tangenciar o assunto com argumentos automáticos.
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